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Guerra
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“Por que não podemos estabelecer um acordo decente e definitivo [com a URSS]? – dividir a Europa, de maneira franca, em esferas de influência – nos manter fora da seara russa e os russos fora da nossa? (...) E, na seara que nos coubesse, poderíamos ao menos (tentar) reinstituir a vida, depois da guerra, em bases dignas e estáveis.”

George Keenan, 26 de janeiro de 1945

 

“Podemos ter vingança ou paz, mas não podemos ter ambas.”

Carta do ex-presidente Herbert Hoover ao presidente Truman, em 1946

 

“É preciso deixar claro aos alemães que a sua guerra cruel e a fanática resistência nazista destruíram a economia alemã e tornaram inevitáveis o caos e o sofrimento, e que os alemães não poderão fugir da responsabilidade pelo que causaram a si mesmos. A Alemanha não será ocupada como nação libertada, mas como país inimigo derrotado.”

Henry Morgenthau (Secretário de Tesouro dos EUA)

Diretiva Oficial expedida pelo Estado-maior Conjunto (JCS 1067)

Documento apresentado ao presidente Truman aos 26 de abril de 1945.

 

“Evidentemente, a Guerra Fria ‘oficial’ pertencia ao futuro. Mas, sob certos aspectos, o fenômeno teve início muito antes de maio de 1945. Enquanto a Alemanha fosse a inimiga, era fácil esquecer as desavenças e os antagonismos que separavam a União Soviética dos seus aliados de guerra. Mas as diferenças ali estavam.”

JUDT, Tony. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Lisboa: Edições 70, 2009, p. 117.

 

“. . . O otimismo recorrente é um prelúdio vital da guerra . . .”

BAINEY, Geoffrey; citado por ARRIGHI, Giovanni; SILVER, Beverly J. Caos e governabilidade no moderno sistema mundial. Rio de Janeiro: Contraponto; Editora UFRJ, s/d, 13.

 

“A arte suprema da guerra é subjugar o inimigo sem lutar”.

Sun-Tzu

 

“Sem compaixão pelo inimigo, nós nos tornamos o inimigo”.

Scott Lodbell – “Mostre-me o caminho de volta”

 

“Não se cogita a repressão total das tendências agressivas do homem: o que podemos tentar é canalizar essas tendências para outra atividade que não seja a guerra”.

Sigmund Freud

 

“Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais tem que servir contra as guerras”.

Sigmund Freud

 

“Se avançar, segue-me; se morrer, vinga-me; se recuar, mata-me!”

[autor desconhecido]

 

“O homem como um número é um dos horrores da desumanização.”

Alexandre Feldmann (Representação da Shoá na literatura hebraica, p. 3)

 

“Nenhum homem é tão tonto a ponto de desejar a guerra e não a paz, pois, em paz, os filhos levam seus pais ao túmulo, e na guerra são os pais que levam seus filhos.”

Heródoto

 

"No momento do perigo coletivo, a eficácia aparece com mais prestígio do que o sistema da dignidade. Dispondo de uma autoridade total, tendo cansado seus cidadãos com disciplinas, fortalecido pela propaganda e pelo isolamento, dispondo também do segredo, é possível o chefe lançar-se em ações aventureiras e notadamente na 'guerra preventiva'. Estando mais bem preparado, porque seu orçamento militar não é objeto de nenhuma resistência, ele pode lançar-se à Blitzkrieg"

DUROSELLE, Jean-Baptiste. Todo império perecerá: teoria das Relações Internacionais. Brasília: UnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1991, p. 397.

 

“A sociedade capitalista é inconcebível sem armamentos da mesma forma que não pode ser concebida sem guerras. E assim como não são os preços baixos que engendram a concorrência, mas, ao contrário, é a concorrência que determina o aviltamento dos preços, tampouco é a existência dos exércitos a causa essencial e a força motriz das guerras (embora, na realidade, as guerras sejam impossíveis sem exércitos) – mas, muito ao contrário, é a inelutabilidade dos conflitos econômicos que condiciona a existência dos exércitos. Eis por que, nos dias de hoje, quando os conflitos econômicos atingem os mais altos níveis de tensão, assistimos à corrida armamentista. O domínio do capital financeiro pressupõe o imperialismo e o militarismo. Neste sentido, o militarismo é um fenômeno histórico tão típico quanto o capital financeiro.”

 

Nikolai Bukharin. A economia mundial e o imperialismo: esboço econômico. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 120.

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“A história me precede e se antecipa à minha reflexão. Pertenço à história antes de pertencer a mim mesmo”.

RICOEUR, Paul. Interpretação e ideologias. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves Editora S.A., 1977, p. 39.

 

 

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